Adestrador de animais será investigado, no caso Bruno.

A polícia entra no galpão. Na parede da sala, o pôster de um Doberman. Mais quinze passos e o canil: dez animais e oito vasilhas de ração. O amante de caninos e dono da casa onde Eliza teria sido assassinada será investigado pela polícia mineira

. Marcos Aparecido dos Santos, ex-policial civil que pediu para ser exonerado, há quatro anos, é tratador de cães. Alimentava os animais para vendê-los, chegando a faturar R$ 2 mil com cada filhote.

Seu xodó é Pantro, o Rottweiler maior e mais velho, e Nino, um cruzamento de Rottweiler com Shar-pei. Marcos também é adestrador de cães. Vizinhos afirmam que ele não é visto no local há três semanas e que os animais latiam muito, o dia inteiro, com fome.

Esquema especial

Autor do depoimento mais importante do inquérito, o menor de 17 anos que indicou a casa foi submetido a um esquema sigiloso. Chegou sentado atrás do banco do carona de um carro da Divisão de Homicídios, com uma camisa na cabeça e protegido por uma toalha de rosto pendurada no vidro. Entrou, apontou os cômodos onde o crime teria ocorrido e, depois de duas horas, foi retirado em alta velocidade.

Fonte:Globo

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