
Com a medida os funcionários passam a receber dentro do mês trabalhado, na primeira etapa a medida atinge apenas os servidores da 1° Faixa salarial (Até R$ 2 mil), que correspondem a 72% do funcionalismo público.
O Cadaminuto apurou que a oposição, tanto Collor como Lessa, e até mesmo alguns partidos considerados “nanicos” devem reagir e já preparam uma representação contra a medida governamental, alegando que a medida é "eleitoreira".
Já o governo defende a medida explicando que ela já havia sido planejada e que só foi possível graças a um acordo entre o Governo do Estado e a Petrobrás, que saiu no mês passado.
O funcionalismo público é considerado o setor onde o atual governador Teotônio Vilela tem os maiores índices de rejeição.
Fonte: Cadaminuto
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