Quem tem e quem não tem espaço na nova seleção brasileira.

A primeira convocação de Mano acontece nesta segunda-feira, para o amistoso do dia 10 de agosto contra os Estados Unidos. Só serão chamados atletas que jogam no Brasil.

Três fatores podem levar Mano Menezes, novo técnico da seleção brasileira, a mudar bastante a convocação do time em relação às listas de Dunga: o discurso de Ricardo Teixeira, presidente da CBF, sobre a necessidade de renovar o time com jogadores jovens; a média de idade alta da seleção convocada por Dunga em 2010; e o fracasso na Copa da África do Sul, que “queimou” alguns atletas. A primeira convocação de Mano acontece nesta segunda-feira, para o amistoso do dia 10 de agosto contra os Estados Unidos. Só serão chamados atletas que jogam no Brasil.

O bom relacionamento de Mano com alguns jogadores pode aumentar o número de estreias com a camisa verde e amarela. O zagueiro Chicão, o volante Elias e o atacante Dentinho foram três dos destaques do Corinthians nos últimos anos e podem surgir nas futuras listas do técnico. André Santos, Cristian e Douglas, que passaram pelo time paulista e deixaram saudades, não estão em boa fase, mas podem ser lembrados.

Mas nem só de corintianos ou ex-corintianos deve ser formada a seleção. Lucas (Liverpool-ING), Anderson (Manchester United-ING), Diego Souza (Atlético-MG) e Carlos Eduardo (Hoffenheim-ALE) conhecem Mano Menezes dos tempos de Grêmio. Ele chegaram a ser convocados por Dunga recentemente, mas não foram à Copa. Agora, podem voltar a figurar na equipe.

Entre os jovens que devem cuidar da renovação do Brasil, os principais nomes são Alexandre Pato (Milan-ITA), Neymar e Paulo Henrique Ganso (ambos do Santos). Todos eles foram especulados para a Copa 2010, mas ficaram fora lista de Dunga. Agora, com a rneovação a todo vapor, são as maiores apostas para o Mundial de 2014, no Brasil.
Mas nem só de juventude deve ser formada a seleção de Mano Menezes. Em 2010, quando teve aquele que era o maior desafio de sua carreira até ali, o técnico montou um time experiente para tentar vencer a Libertadores pelo Corinthians.

Por isso, o veterano corintiano Roberto Carlos volta a ter esperança de defender a seleção, mesmo que seja só por algumas partidas ou até a Copa América de 2011. Aos 37 anos, é certo que o lateral não estará na Copa de 2014. Já Ronaldinho Gaúcho, ausência sentida Copa de 2010, terá 34 anos em 2014 e é outro que pode retornar.

Júlio César, Maicon, Daniel Alves, Kaká e Robinho não conquistaram o hexa na África do Sul, mas seguem com moral. São experientes, não têm grande rejeição junto à torcida e devem constituir a base da equipe para o futuro.



Em baixa

Se por um lado muitos jogadores aumentaram suas chances de convocação para a seleção brasileira, também há aqueles que não devem ser lembrados daqui pra frente.

O goleiro Felipe, que sonhava com uma chance nos tempos de Dunga, praticamente fechou suas portas na equipe nacional. Em 2008, após uma falha na final da Copa do Brasil, ele foi colocado no banco de reservas por Mano e criou polêmica por isso. Mais recentemente, ele forçou a sua saída do Corinthians, atitude que não agradou a comissão técnica do time paulista.

Michel Bastos e Felipe Melo quase trabalharam com Mano no Grêmio. Os dois jogadores estavam no clube em 2004, mas saíram após o rebaixamento no Campeonato Brasileiro, exatamente quando o técnico assumiu o clube gaúcho. Michel e Felipe deram a volta por cima na carreira e foram para a Copa de 2010, mas fracassaram com Dunga. Entraram na lista dos culpados pela eliminação diante da Holanda, nas quartas de final, o que deve afastá-los das listas de Mano.

Já Neymar pode ter problemas para finalmente atender o clamor público e estrear na seleção brasileira principal. Tudo por causa de um episódio recente: em fevereiro, o atacante do Santos se envolveu em polêmica no jogo contra o Corinthians ao dar um chapéu no zagueiro Chicão quando o lance já estava paralisado. Mano pouco comentou o caso, embora o zagueiro tenha se sentido desrespeitado por Neymar. Resta saber se o treinador encarou o lance como uma divertida molecagem ou como imaturidade do atacante.










Fonte:IG

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